Bom dia, boa tarde e boa noite aos machos de plantão, que farejam o cio da fêmea de longe, rondando e apertando o cerco até encostar ou até se encaixar. Chegando junto com lambeijos no cangote, agarrando sem pudor, tentando possuir, pra consumar mil atos reprováveis, sobre e dentro do corpo feminino, entendido como público, porque está só e parece se oferecer dentro de trapos sumários e tão justos, que parecem ter sido pintados sobre a carne branca. Sou humana mas tu me vê como uma cadela. Tu é um homem mas se porta como um animal. Tu fareja o meu cio. Percebe minha inércia como uma oferta. Me pega no meio da multidão. Se encaixa atrás de mim, e me pressiona contra a parede de pessoas à nossa frente. Não sei teu nome e tu não sabe o meu. Mesmo assim passa tuas mãos pela minha bunda e minhas tetas como se te pertencessem. Quando viro o rosto pra ti, me puxa pra um beijo inevitável. Os outros machos ao redor uivam várias vezes em coro: "ih ih ih! Essa puta eu já comi!" Desde os...